
Acordou feliz naquele vinte e cinco de abril. Faziam exatos três anos que conhecera Cláudia, a mulher de sua vida. Amava-a, como nunca amara outra mulher. Comprou flores e um vestido vermelho - a cor preferida dela. Seguiu radiante para encontrá-la na casa, alugada há poucos meses, duas horas antes do combinado.
Estacou, estupefacto, ante a visão de sua amada - de espartilho, cintas-ligas e meias sete oitavos vermelhas - sendo selvagemente sodomizada pelo negro, sobre a cama na qual tiveram tantas noites de amor. Comeu as rosas vermelhas, uma a uma, vermelho de raiva.
Carlos Cruz - 06/06/2007
3 comentários:
gostei da ironía !!
fazer um nanoconto comm o título do "calhamaco" de Standahal !!!
Ou será que foi com o Flamengo ?
depois de perder à copa do brasil ?
gostei mesmo !
Gostei,hahahah...
Sarcástico, muito bom!
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