
Estêvão, PhD em Botânica e ferrenho ecologista, namorava à beira do lago. Diana, a namorada, ouvia, com interesse, a explanação de Estêvão acerca do crescimento, morfogênese e reprodução das algas marinhas bentônicas do Mar Báltico durante o equinócio da primavera e sua importância para o equilíbrio do ecossistema marinho. Foi quando ele lançou uma pedra nas águas do lago, atingindo acidentalmente a cabeça de um peixe, que boiou, biologicamente morto. Calado e cabisbaixo, também jogou no lago sua carteira de ativista do Greenpeace.
Carlos Cruz – 06/06/2007
Carlos Cruz – 06/06/2007
Um comentário:
Acho que ele se precipitou. Deveria ter ido checar se o peixe teve morte cerebral. Se constata-se isso, poderiam doar seus orgão para um purê em um restaurante de frutos do mar carente..
rs
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Muito bom.
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